Home Data de criação : 08/04/01 Última atualização : 08/04/19 03:07 / 9 Artigos publicados

Gincana "Turismo em Ação"  escrito em sábado 19 abril 2008 03:07

Por Eliene Pacheco

Foi realizada no dia 12 de abril de 2008, pelo Curso de Turismo a 1ª Gincana “Turismo em Ação”.

O evento aconteceu na Praça Tiradentes e teve como objetivo a integração dos acadêmicos do Curso de Turismo com ações de conscientização, sensibilização da população e dos acadêmicos sobre o turismo local.

A 1ª Gincana Turismo em Ação aconteceu em forma de competição onde os participantes divididos em equipes, deveriam cumprir, as tarefas propostas pela comissão organizadora dentro do tempo estipulado. Essas tarefas tinham a finalidade de somar pontos e, ao final, a equipe com maior número de pontos seria a campeã.

Uma das tarefas consistia na arrecadação de alimentos e roupas, que, posteriormente, foram doados para instituições de caridade do município de Januária.

 

Cada equipe era coordenada por dois professores e a maior parte das provas foram realizadas na Praça Tiradentes.

 

As equipes tiveram que cumprir tarefas de diversas modalidades, dentre elas: peças teatrais, confecção de brinquedos com materiais recicláveis, montagem de coreografias musicais, provas de resistência física e “caça ao tesouro”.

 

A equipe vermelha (8° período) foi a campeã, ficando a equipe verde (5º e 6º períodos) em 2° lugar e a azul (7º período) em 3° lugar.

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Profissão TuRiSmÓlOgO  escrito em sexta 11 abril 2008 16:27

Por Sheila Mota

  O Turismólogo é o profissional de nível superior que conhece, analisa e estuda o turismo em sua totalidade.

 

O termo “Turismólogo” surgiu no início dos anos 70, com o intuito de normatizar uma categoria de profissionais da área de turismo, que já demonstrava enorme potencial de desenvolvimento. Nesse contexto, surge o Turismo como um novo Curso, valorizando o pensar turístico e suas possibilidades.

 

É preciso lembrar que a função deste profissional vai muito além de hotéis e agências de viagens.

Deparamos-nos com um universo totalmente diferente, envolvendo várias disciplinas, inclusive as da área de Administração, muito importante para a formação completa do Turismólogo, pois, quer queiram, quer não, o Bacharel em Turismo também é um Administrador.

E como tal, precisa estar preparado para encontrar soluções para as questões administrativas que surgirem durante sua carreira.

 

Trata-se de um profissional capacitado para:

  • Elaborar Políticas de Turismo Municipais, Estaduais, Nacionais, Internacionais, Transregionais e Transacionais;
  • Elaborar o planejamento do espaço turístico;
  • Analisar e elaborar planos para o desenvolvimento do turismo de uma forma consciente e sustentável; baseando-se em fatores sociais, naturais, culturais e econômicos presentes em cada região;
  • Elaborar e coordenar trabalhos técnicos, estudos, pesquisas e projetos em diferentes áreas do turismo (sobretudo academicamente);
  • Coordenar e orientar trabalhos de seleção e classificação de locais e áreas vocacionadas para o turismo;
  • Coordenar áreas e atividades de lazer para o público em geral;
  • Coordenar e orientar projetos de treinamento e/ou aperfeiçoamento de pessoal, em nível técnico ou de prestação de serviços,
  • Planejar e organizar eventos e viagens;
  • Fazer pesquisas das potencialidades turísticas de uma determinada localidade;
  • Traçar objetivos e metas para desenvolver a atividade;
  • Planejar ações de acordo com a vocação turística da localidade,
  • Gerenciar hotéis,
  • Prestar consultoria para empresas do trade, entre outras funções.

O que falta, no entanto, é o conhecimento da importância do seu trabalho, tanto por parte da iniciativa privada quanto da pública.

Os governantes de nosso País querem desenvolver o turismo em todas as esferas, porém, não dão aos Turismólogos a oportunidade de colocar em prática os conhecimentos adquiridos na faculdade.

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A Política do Turismo no Brasil  escrito em quinta 10 abril 2008 18:48

Por: Ernane Silva

A atividade turística, bem como a criação de órgãos específicos relacionados com o turismo, é um fenômeno relativamente recente, quando comparados com outras atividades. Para se ter uma idéia, até meados da década de 1990, a política nacional de turismo restringia-se à ampliação e melhoria da infra-estrutura hoteleira.

 

Para Beni, a política do turismo “é a espinha dorsal do ‘formular’ (planejamento), do ‘pensar’ (plano), do ‘fazer’ (projetos e programas), do ‘executar’ (preservação, conservação, utilização e ressignificação dos patrimônios natural e cultural e sua sustentabilidade), do ‘reprogramar’ (estratégia) e do ‘fomentar’ (investimentos e vendas) o desenvolvimento turístico de um país ou de uma região e seus produtos finais”. BENI (2001:77)

 

Levando em conta que o turismo interno ainda é o principal propulsor do turismo nacional, deve-se atribuir mais importância à demanda interna e investir em políticas que estimulem o aumento do turismo doméstico no país. O problema é que a história da política, principalmente no Brasil, envolve concepções errôneas e está diretamente relacionada com os atos de improbidade praticados por grande parte dos agentes que compõem o poder público.

 

Outro problema é que a maior parte das políticas turísticas adotadas pelo governo não contemplam obras de infra-estrutura turística; geralmente são mais voltadas para a implantação de infra-estrutura de saneamento básico. O ideal é que haja uma concatenação entre as políticas de turismo e políticas urbanas e regionais, uma vez que o turismo urbano ainda representa a quase totalidade dos fluxos turísticos mundiais, devido, principalmente, ao fato de as cidades concentrarem todos os equipamentos necessários para atender as necessidades e proporcionar conforto aos turistas.

 

Atualmente o PNT – Plano Nacional de Turismo é a principal ferramenta utilizada pelo governo para gerir e controlar a atividade turística no país e compreende algumas políticas que podem ser implementadas a nível regional, readequadas de acordo com as especificidades locais. Dentre elas podemos ressaltar o Programa de Regionalização do Turismo e o Programa de Roteirização de Circuitos Turísticos, que possibilitam a melhor estruturação da atividade turística municipal e regional, objetivando aumentar a atração de mais turistas à determinada região e estimular sua permanência ali por um tempo maior e, conseqüentemente, alavancar o movimento do comércio e dos serviços turísticos.

 

Percebeu-se que a proximidade entre determinados municípios, a despeito de suas afinidades ou diferenças, significava novas possibilidades em relação ao desenvolvimento turístico. Esses passariam não só a explorar suas respectivas potencialidades, mas também a contribuir para a diversificação da atratividade e ou da infra-estrutura turística de sua região.

A elaboração de políticas de turismo requer, ainda, atenção especial em relação aos aspectos do meio ambiente que determinam como deve ser o planejamento, tais como: localização geográfica, distribuição e segmentação dos mercados existentes, sua distância dos núcleos turísticos, número de habitantes, distribuição e renda, PIB, área de agricultura, economia internacional, políticas econômicas do país, regulamentações governamentais, influências dos núcleos turísticos concorrentes, sistemas viários etc.

 

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Visita Técnica à Belo Horizonte - MG  escrito em quarta 09 abril 2008 21:11

Por Sheila Mota e Fabrício Araújo

 

No mês de março do ano de 2007, os acadêmicos do Curso de Turismo da Faculdade CEIVA, sob a coordenação dos professores Eduardo Sampaio e Elzina Escobar, realizaram uma visita técnica à cidade de Belo Horizonte, em Minas Gerais.

 

Os acadêmicos participaram da Feira de Operadores de Viagem, buscando mais conhecimentos sobre este setor e profissão. Visitaram o complexo da Pampulha, o Estádio Governador Magalhães Pinto -  Mineirão, Minas Shopping e o Aeroporto Internacional Tancredo Neves - Confins, onde puderam conhecer todo o processo de embarque.

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A Importância das Agências de Viagens  escrito em sábado 05 abril 2008 19:52

Por Fernando Matos

 

Sonhar com a viagem é bom e é de graça. Mas para começar a tornar concreto este sonho é preciso pensar no passo a passo das etapas de uma viagem, sem esquecer de nenhum detalhe.

 

E para isso, o melhor é procurar uma Agência de Viagens, que é uma empresa privada que trabalha como intermediária entre seus clientes e determinados prestadores de serviços turísticos ( Empresas Aérias, hotéis, cruzeiros...), com o objetivo de vender produtos e serviços relacionados com essas viagens a um preço e com determinadas condições, especialmente atrativas em relação com as que se poderia conseguir ao dirigir-se diretamente a esses provedores.

 

No Brasil as agências devem se registrar no Ministério do Turismo e podem posteriormente associar-se Associação Brasileira de Agências de Viagens – ABAV.

 

As agências ou os agentes, são a parte principal do turismo: sua cara, sua alma, sua espinha dorsal. Agentes de viagem são “conhecidos internacionalmente por majoristas ou wolesales” e “têm como objetivo principal de sua atividade: organizar, distribuir e divulgar pacotes turísticos”, oferecendo “preços especiais e até vantagens de financiamento”, além de “facilidades, tais como pontualidade, conforto e segurança, somados aos atrativos turísticos que o cliente deseja.

 

Fica visível, portanto, que o deslocamento do viajante implica toda uma logística, a justificar a demanda pelos serviços técnicos de organização de todos os elementos necessários a uma jornada segura e agradável. Os agentes de viagens e turismo são os mestres dessa alquimia de combinar os mais variados elementos para proporcionar a cada consumidor, a cada cliente, o prazer de uma jornada feliz e satisfatória. Seu mister é perceber em cada indivíduo a sua necessidade de um destino, de uma experiência, de uma grande e inesquecível viagem.

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